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No Corinthians, Pedrinho diz estar pronto e Carille quer evitar ‘novo Lulinha’ – Imprensa Bahia
Romário Dos Santos

No Corinthians, Pedrinho diz estar pronto e Carille quer evitar ‘novo Lulinha’


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Destaque na vitória do Corinthians por 1 a 0 sobre o Botafogo, no último domingo, o meia Pedrinho acredita que está pronto para ter mais oportunidades, após passar por um trabalho de fortalecimento muscular. Já o técnico Fábio Carille pede calma com o garoto e lembra até de Lulinha para explicar o motivo de tanta cautela.

“Foi um lance de improviso em que pude fazer um grande lance e colaborar para o gol. Hoje me sinto melhor para disputar jogadas corpo a corpo. Antes eu ficava meio receoso e tirava o pé das jogadas. Mas agora não. Estou pronto para as divididas e brigar por jogadas. Ganhei quatro quilos e resistência. Estou me alimentando melhor e pretendo melhorar ainda mais”, disse o garoto, que deu um belo drible e cruzou para a jogada que resultou no gol marcado por Jô.

Fábio Carille vê o garoto de 19 anos como um jogador diferenciado, mas pede calma com as análises e também para lhe dar mais oportunidades no time principal. “É um jogador de muito talento e estamos fazendo um trabalho com ele”, disse o treinador, que teme ver Pedrinho virando um novo Lulinha.

“Trabalhei um ano com o Lulinha, em 2009, e que, talvez em 2007, tenha sido atropelado pela situação da equipe e ele acabou ficando queimado. Penso nisso, em preparar e pode ter certeza de que o Pedrinho vai ser um grande jogador”, analisou o comandante corintiano. Lulinha apareceu no Corinthians em 2007 e com apenas 17 anos já virou titular do time alvinegro, mas não conseguiu se firmar.

Os jogadores do Corinthians demonstram muito carinho pelo companheiro e também esperam vê-lo brilhar em breve. “Tem que ter calma com ele. A gente entende a torcida, que quer ver ele em campo, mas tem que ser trabalhado com calma. Ele precisa evoluir, ganhar peso e evoluir como pessoa”, comentou o artilheiro Jô, que também começou a ganhar maiores oportunidades ainda jovem. “Era um pouco diferente porque joguei por necessidade. Agora o grupo é bom e ele pode ir entrando aos poucos, sem pressão”, comentou.


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