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Cine Comunidade discute preconceito racial e intolerância religiosa em Simões Filho – Imprensa Bahia
Romário Dos Santos

Cine Comunidade discute preconceito racial e intolerância religiosa em Simões Filho


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Um Cine Comunidade foi promovido pela Prefeitura de Simões Filho, através das Secretarias Municipais de Educação (Semed), Cultura (Secult) e Desenvolvimento Social e da Cidadania (Sedesc), nas zonas rurais e tradicionais da cidade, em alusão ao Dia Nacional da Consciência Negra, comemorado no dia 20 novembro. As sessões gratuitas foram de filmes nacionais com o objetivo de discutir o preconceito racial e intolerância religiosa. 
“O objetivo é compartilhar conhecimento, fomentar o empoderamento das comunidades tradicionais, criar estratégias de preservação do bem imaterial produzido nos terreiros e propor soluções aos problemas enfrentados na atualidade”, afirma o representante da Secult, Ailton Guerra. 
Ana Meire, Yalorixá do Terreiro Ilê Asé Oju Yaomy, localizado na comunidade de Palmares, esteve no evento e falou sobre a importância da realização dessas atividades.
“Os terreiros são locais de resistência, de memória da nossa ancestralidade e de resgate da identidade do povo negro. O evento é um grito por respeito à diversidade religiosa e pelo fim da intolerância e do racismo. O espaço do nosso Terreiro sempre esteve à disposição da comunidade para realização de atividades culturais. Atualmente, estamos com uma escola de capoeira”, disse a Yalorixá.
De acordo com a coordenadora da Igualdade Racial do município, Tania Carvalho, “a ação busca socializar informação junto às comunidades para que haja a desmistificação da ideia errada que muita gente tem a respeito das religiões de matriz africana, enfatizando que não basta criminalizar o racismo para acabar com o preconceito, mas também adotar políticas públicas que visem avançar com essa pauta”.
Nos dias 21 e 22, em Palmares e Dandá, além da exibição de curtas e documentários, a comunidade fez apresentações culturais, como: Samba de Roda e Capoeira. O evento contou com a participação de adeptos de religiões de matriz africana e comunidade do entorno.

Fonte: Ascom – Núcleo de Imprensa / Foto: Danilo Canuto


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