A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgada na última sexta-feira (20), aponta a Bahia ocupando posição dramática em um ranking negativo: o estado tem o segundo rendimento médio mais baixo do Brasil.
O cenário pode ser explicado, de acordo com Mariana Viveiros, supervisora de Disseminação de Informações do IBGE, pelo aumento da informalidade na Bahia, que voltou a atingir pico recorde depois de dois anos de queda. Entre 2024 e 2025, a cada 10 pessoas que começaram a trabalhar, 8 atuavam na informalidade, sem carteira assinada ou registro no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ).
A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios anterior, com números e informações levantados de 2024 a 2025, mostrou que a Bahia tinha o terceiro menor valor. Agora, foi ultrapassada pelo Ceará (R$ 2.394) e ficou atrás apenas do Maranhão (R$ 2.228), que tem o pior o salário do Brasil.
Os dados do estudo indicam que os baianos recebem habitualmente R$ 2.284 por mês.



























